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segunda-feira, 29 de julho de 2013

Quanto engano

Engano 01 - Inspirado no artigo publicado pela Meio&Mensagem, que revela um panorama bem diverso daquele de outrora.
Ação da Octagon na Copa das Confederações
Crédito: Divulgação/Octagon

Eles não sabiam... Mas deveriam saber, afinal quem trabalha com marketing tem por obrigação pesquisar e avaliar a conjuntura do mercado no qual se pretende atuar, lançar um produto ou serviço.

O mimimi é geral. Principalmente, daqueles que aportaram por aqui ou resolveram abrir braços esportivos das suas agências, achando, que surfariam as grandes ondas dos grandes eventos esportivos sem terem que queimar o pé na areia de nossas praias.


Engano 02 - Inspirado na publicação do Terra.

Foto: Getty Images
O futebol sempre foi elitista. Popular, mas elitista.

Afinal são poucos os que podem jogar no alto-nível e em grandes clubes, bem como são poucos aqueles que se revezam no comando destas equipes em campo.

Poucos, dentro de um universo de uma cidade como o Rio - só para seguir o exemplo, podem ir aos estádios para assistirem seus clubes jogarem entre si em horários onde só a grade televisiva é levada em conta.

Não seria o preço do ingresso o maior problema, estádios estão vazios há muito tempo. A culpa não é dos gestores das arenas. Esses serão as próximas vítimas de um mercado que persiste na dependência da venda de seus astros, dos meios de comunicação e das marcas para sobreviver.


segunda-feira, 3 de junho de 2013

Um negócio chamado futebol

Com Neymar, receita do Santos triplica em três anos.

Este é o título da matéria publicada no Jornal Valor no dia 27/05/2013.

Em 2009 o Santos havia faturado R$ 70,4 milhões e após três anos com Neymar, sua receita teria chegado a R$ 197,84 milhões.

Só com receita de publicidade, houve um crescimento de 181% no período. Parte deste ganhos veio dos contratos de exploração da imagem entre o jogador e seus 13 patrocinadores.

Agora, o jogador se foi... E o clube acertou em negociar, pois seria ganhar um pouco mais ou nada.

Mas o modelo de negócio adotado no Caso Neymar pelo Santos demonstra que, cada vez mais, as entidades de prática esportiva devem investir em um eficiente departamento de marketing, incutir a idéia de que o jogo também deve ser vencido fora de campo e que estas vitórias trarão receitas significativas para tornar a equipe ainda mais competitiva dentro das quatro linhas.

Em um outro extremo encontramos David Beckham, pendurando suas chuteiras, mas nem por isso, deixando de explorar a sua imagem... Articulistas e jornalistas, divagam sobre qual será seu próximo passo: investir no mercado da moda masculina, continuar envolvido com o futebol de algum modo e beneficiar-se disto mantendo sua imagem associada a diversos produtos, financiar obras assistenciais e, atuar, quando quisesse, como modelo na grife de sua mulher deixando aberto o mercado para sua expansão... Não se sabe.

Verdade é que enquanto um continua sendo, o outro acaba de chegar e ainda tem um longo caminho pela frente.


terça-feira, 7 de maio de 2013

Educar, lecionar, relacionar-se



"Os professores não ganham um monte de dinheiro. Eles geralmente não são considerados dignos de cobertura dos noticiários a menos que haja um escândalo ou uma greve. Na maioria das vezes, as suas principais realizações são compartilhadas apenas com colegas e familiares e não nos meios de comunicação. Tal celebração é frequentemente interrompida por alguma catástrofe no dia seguinte. No entanto, apesar dos altos e baixos, eu não posso pensar em outra profissão que me traga mais alegria e desafio em uma base diária." Rita F. Pierson.

Filha e neta de educadores, esta jovem professora nos ensina que é preciso estabelecer um relacionamento para poder educar. Sem isto, não existe nenhuma conexão e o conteúdo será em vão.

Não importa se você gosta ou não gosta de alguns de seus aluno - geralmente aqueles pelos quais voce sente menos afinidade nunca faltam - , você nunca deve transparecer isto.

Um educador, deve ser um ator e, atuando, deve construir um sólido relacionamento com seus alunos, incentivando-os e levando-os além dos seus falsos limites.

Assuma seus erros, peça desculpa, não existe problema nisto, e nem em dar uma nota baixa... O relevante é a perspectiva.

Olhar o lado bom e incentivá-los. Construir uma mudança, agregando positivismo.

Educar por profissão é fazer a diferença na vida de cada um.